Delegado Gustavo Sotero diz que é um homem da lei e que apenas se defendeu

 

 

Os advogados de defesa do delegado da Polícia Civil de Manaus, Gustavo Sotero, Caio Fortes de Matheus e Claudio Dalledone Junior, encerraram a primeira audiência da fase de instrução do processo que acusa o delegado pelo homicídio do advogado Wilson Justo Filho, com uma certeza: a de que as agressões promovidas por Filho contra Sotero precipitaram a ação que culminou com sua morte. “Sotero agiu em legítima defesa. As palavras dele a mim foram: “Sou um homem da lei, doutor. Eu agi de acordo com a lei. Eu reagi e não dei causa a isso”. Sotero queria cessar as agressões naquela noite”, revelou o advogado Claudio Dalledone.

A declaração foi dada pelo advogado criminalista logo após o encerramento da audiência, realizada em Manaus, na última quinta-feira, dia 14 de junho. Ao todo, foram arroladas 25 testemunhas para esta fase do processo. Deste total, 13 são de defesa, porém, na audiência da última quinta-feira, apenas quatro testemunhas foram ouvidas, entre elas a viúva do advogado morto durante as agressões contra o delegado. “Estamos conhecendo os elementos que a acusação apresenta contra o Sotero. Ele está tranquilo, sereno e enfrentando as acusações com a certeza de sua inocência”, disse Dalledone.

Novas audiências

Segundo Dalledone, em razão do número de testemunhas, seria inviável realizar todas as oitivas num único dia (ver vídeo). Por esta razão, em um acordo entre acusação, defesa e juiz, designou-se novas sessões para a instrução. As novas audiências ocorrem nos dias 17 e 18 de julho, em Manaus. Para Dalledone, a primeira audiência foi bastante produtiva e começou a trazer luz aos fatos que realmente ocorreram naquela noite de 25 de novembro de 2017. “Muita coisa já foi desmistificada”, concluiu Dalledone.

 

 

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